sexta-feira, 18 de maio de 2018

Ex-presidente da Fetranspor investigado na Lava Jato do Rio é interrogado em CPI

ORDEM E PROGRESSO .

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ACORDA BRASIL MUDA .
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Marco Antonio Marques .
Bom dia amigos .

Estamos começando de 2018  com esperanças renovadas .
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Fonte de informação .

G1 globo.com

RIO DE JANEIRO

Ex-presidente da Fetranspor investigado na Lava Jato do Rio é interrogado em CPI

Lélis Teixeira é acusado pelo MPF de atuar em organização que pagou R$ 260 milhões a políticos. Solto após três habeas corpus, ele nega acusações e diz que só fala em juízo.

Por Gabriel Barreira, G1 Rio
 
Lélis chegou a ficar preso na cadeia pública José Frederico Marques, em Benfica (Foto: Reprodução / TV Globo)Lélis chegou a ficar preso na cadeia pública José Frederico Marques, em Benfica (Foto: Reprodução / TV Globo)
Lélis chegou a ficar preso na cadeia pública José Frederico Marques, em Benfica (Foto: Reprodução / TV Globo)
Lélis Teixeira, ex-presidente da Fetranspor, será interrogado nesta sexta-feira (18) na CPI dos Transportes da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
Ele foi preso em operações como a "Ponto Final" e "Cadeia Velha", desdobramentos da Lava Jato no Rio, e está em liberdade por conta de habeas corpus concedidos pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes. Foram três, no total.
A Fetranspor, consórcio das empresas de ônibus do Rio, é acusada de pagar uma "caixinha" a políticos para ter atendidos seus interesses na Alerj e no Governo do Estado.
Em nota, o ex-presidente da Fetranspor diz que "demonstrará nos autos que não praticou as condutas que lhe vem sendo imputadas e que apenas falará em juízo". A princípio, ele não deve responder a nenhuma pergunta.
O Ministério Público Federal tem insistido na prisão. Os procuradores dizem que uma organização criminosa liderada pelo ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) atuou no setor de transportes e movimentou R$ 260 milhões, em parte para pagamento de propina.
Lélis Teixeira também já havia sido conduzido coercitivamente na Quinto do Ouro. No apartamento dele, os agentes apreenderam anéis, colares, relógios e memórias de computador, além de quadros, esculturas e US$ 5,5 mil.
Ele seria adiministrador de um esquema que obtia vantagens indevidas em contratos firmados com o Governo do Estado.
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