ORDEM E PROGRESSO .
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ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .
Marco Antonio Marques .
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Fonte de informação .ACORDA BRASIL MUDA .
G1 globo.com
Prédio de escritórios próximo ao edifício que caiu em SP é liberado com buraco no teto por causa de destroços
Pedaços de outro prédio quebraram telhado de imóvel comercial de quatro andares no Centro. SP1 visitou local próximo ao desmoronamento de edifício em 1º de maio.
Por Giba Bergamin, SP1, São Paulo
Um prédio comercial de quatro andares próximo ao Edifício Wilton Paes de Almeida, que caiu após um incêndio em 1º de maio, foi liberado nesta semana com um buraco no teto.
O SP1 visitou o Bandeirantes, como o imóvel é chamado, após liberação da prefeitura, e registrou imagens do telhado quebrado. Destroços de um outro prédio vizinho, apelidado de ‘Fininho’, atingiram e destruíram parte do teto.
Os pedaços haviam se soltado do ‘Fininho’ após as chamas do Wilton Almeida também o atingirem. A diferença é que o Wilton ruiu, matando quatro pessoas (outras cinco continuam, que também ocupavam o local irregularmente, estão desaparecidas) e o ‘Fininho’ sofreu rachaduras e, por esse motivo, continua interditado.
Cinco prédios, no total, foram interditados no entorno do Largo do Paissandu após o incêndio. Desses, a prefeitura desinterditou dois deles na quarta-feira (16): o Bandeirantes e outro imóvel vizinho a ele. Outros três permanecem interditados: a igreja, o prédio ‘Caracu’ e o ‘Fininho’.
Nesta quinta-feira (17), o SP1 acompanhou a entrada do síndico Elcio Alves Penteado no Bandeirantes, que também teve a energia religada. Segundo ele, “poucos escritórios reabriram.”
Na visita, a reportagem entrou numa das 42 salas do edifício e constatou o estrago causado pelas placas de concreto do prédio. Por esse motivo, ele deverá passar por uma reforma.
As buscas dos bombeiros por vítimas foram encerradas no domingo (13). Parte das famílias que moravam no Wilton Almeida permanecem acampadas em barracas no Largo do Paissandu. Essa situação preocupa a prefeitura e o Ministério Público (MP).
A Promotoria pediu uma avaliação do Conselho Tutelar. E agora, essas famílias que já não têm muito estão com medo de perder também a guarda dos filhos.
“Por mais que eles estão em extrema vulnerabilidade, numa praça, muitas vezes não toma banho, alguns não tão indo pra escola, mas por mais que esteja acontecendo isso, nesse momento, pra gente conselho tutelar da sé, não caracteriza que é para tirar as crianças dos pais. E se tirar, onde vamos colocar as crianças?”, disse Fernanda Abreu da Silva, conselheira do Conselho Tutelar da Sé.
Eloísa de Sousa Arruda, secretária Municipal de Direitos Humanos e Cidadania, disse que “nós não temos a menor dúvida de que o melhor lugar dos filhos é com os pais, desde que esses pais cuidem dos seus filhos e isto é importante que se diga. A melhoria da condição dessas famílias é aceitar o abrigamento, receber o aluguel e ser encaminhada pra uma vaga de habitação.”
“Ali há ar tóxico, fruto do desabamento do prédio, escavações, e as famílias tem resistido à saída, apesar de termos oferecido vagas em abrigos, aluguel social e a possibilidade de uma moradia permanente no próximo ano”, disse a secretaria.
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