domingo, 13 de maio de 2018

Projeto na Câmara Federal quer mudar a lei dos agrotóxicos

ORDEM E PROGRESSO .

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ACORDA BRASIL MUDA .
ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .

Marco Antonio Marques .
Bom dia amigos .

Estamos começando de 2018  com esperanças renovadas .
Amigos intendam por favor o que eu estou oferecendo a todos os países .
Ideias inovadoras e sustentáveis para os setor elétrico mundial sem precisar de represas para gerar muita energia elétrica com total preservação do meio ambiente com zero impacto ambiental basta ter um pouco de água .

Fonte de informação .

G1 globo.com


Edição do dia 13/05/2018
13/05/2018 07h57 - Atualizado em 13/05/2018 08h17

Projeto na Câmara Federal quer mudar a lei dos agrotóxicos

Projeto de lei está na fase de debates, mas causa polêmica. Para uns é um avanço, mas para outros é um retrocesso.

Caroline DulleyBrasília

 A Câmara de Deputados em Brasília está discutindo um projeto para mudar a lei dos agrotóxicos. Para uns é um avanço, para outros, um retrocesso.
Foram dois anos de discussão na Comissão Especial da Câmara. A proposta inicial foi apresentada em 2002, pelo então senador Blairo Maggi, hoje ministro da Agricultura. O deputado Luiz Nishimori, do PR, tentou votar o relatório favorável às mudanças, nas duas últimas sessões da comissão, mas não conseguiu. O assunto divide opiniões entre ambientalistas e a bancada ruralista. Houve tumulto.
“Com essa lei vamos trazer novos produtos, novas substancias, vai ser menos aplicação. Ele terá tranquilamente um bom produto para que o agricultor possa aplicar menos e ter segurança maior”, afirma o deputado Luiz Nishimori.
Pela nova proposta, a liberação de agrotóxicos ficaria centralizada no Ministério da Agricultura, apenas com pareceres da Anvisa e do Ibama. Hoje, a análise é feita em cada um desses órgãos.

Para a diretora de qualidade ambiental do Ibama, Jacimara Machado, a nova lei é permissiva demais. Ela acredita que, com o poder do Ibama restrito, há riscos para o meio ambiente: “Não tem como a gente avaliar o que vai chega pra gente em termos de estudos, não tem como a gente fazer essa comparação, então os riscos podem ser enormes, até a perda de biodiversidade, como a contaminação do rio e de solo”.
A comissão volta a se reunir na próxima terça-feira, dia 15.

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