sábado, 7 de julho de 2018

Sérgio Côrtes diz à PF que favorecimento a empresários na Saúde do RJ 'existia há décadas'

ORDEM E PROGRESSO .

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ACORDA BRASIL MUDA .
ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .

Marco Antonio Marques .
Bom dia amigos .

Estamos começando de 2018  com esperanças renovadas .
Amigos intendam por favor o que eu estou oferecendo a todos os países .
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Fonte de informação .

G1 globo.com

RIO DE JANEIRO

Sérgio Côrtes diz à PF que favorecimento a empresários na Saúde do RJ 'existia há décadas'

Ex-secretário da pasta na gestão de Sérgio Cabral admitiu ter recebido propina. Ele foi ouvido depois de ser intimado na Operação Ressonância.

Por Ricardo Abreu e Marcelo Gomes, GloboNews
 
Sérgio Côrtes na Polícia Federal na tarde desta quinta-feira (5) (Foto: Matheus Rodrigues/G1)Sérgio Côrtes na Polícia Federal na tarde desta quinta-feira (5) (Foto: Matheus Rodrigues/G1)
Sérgio Côrtes na Polícia Federal na tarde desta quinta-feira (5) (Foto: Matheus Rodrigues/G1)
O ex-secretário de Saúde na gestão de Sérgio Cabral, Sérgio Côrtes, prestou depoimento à Polícia Federal na última quinta-feira (5) após ser citado na Operação Ressonância, que investiga desvios na área da Saúde até o ano passado.
Côrtes disse que recebeu até US$ 3 milhões do empresário Miguel Iskin, "em troca de favorecimentos feitos ao empresário, durante o período em que exerceu a direção do Into e a Secretaria de Estado de Saúde".
De acordo com o termo de declarações obtido pela GloboNews, ele disse ainda que "esse modelo de favorecimento aos empresários já existia há décadas, onde o médico chefe do setor determinava ou descrevia o material ou o equipamento que gostaria de utilizar".
Ainda segundo ele, Iskin e outros três fornecedores "já eram ou buscavam tornar-se representantes dos fabricantes dos itens descritos pelos médicos" para ganhar as licitações.
As empresas, diz, sabiam que só conseguiriam colocar seus produtos no Into com a interveniência das empresas de Iskin. Ele admitiu que, de maneira indireta, havia uma restrição na concorrência das licitações.
Côrtes disse que recebeu de Gustavo Estellita, sócio de Iskin, pagamentos em espécie na sua residência de 2007 a 2010, época em que era secretário.
Questionado se sabia do ajuste de preços, trocas de informações concorrenciais e apresentação de propostas, ele disse que não sabia de detalhes. "Mas acredita que existia esse tipo de ajuste entre os quatro fornecedores", diz o termo de declarações.
O ex-secretário admitiu que, durante seu mandato, as práticas ilícitas continuaram.
"À frente da SES-RJ (Secretaria de Estado de Saúde) teve conhecimento que o mesmo esquema de corrupção permanecia funcionando no INTO, mas (diz) o declarante (que) não recebeu qualquer pagamento ou vantagem em razão desse esquema, uma vez que não tinha mais influência sobre o INTO".
Côrtes afirma também que, após sua saída do INTO, "cessou qualquer influência" sobre a instituição.

Outro lado

A defesa de Miguel Iskin considerou a operação Ressonância "uma repetição da operação anterior, na qual a prisão preventiva do empresário foi afastada pelo Supremo Tribunal Federal".
O Into disse que vai colaborar com as investigações e não comentou a prisão do atual diretor, André Loyelo.
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