ORDEM E PROGRESSO .
ACORDA BRASIL MUDA .
ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .
Marco Antonio Marques .
Bom dia amigos .
Estamos começando de 2018 com esperanças renovadas .
Amigos intendam por favor o que eu estou oferecendo a todos os países .
Ideias inovadoras e sustentáveis para os setor elétrico mundial sem precisar de represas para gerar muita energia elétrica com total preservação do meio ambiente com zero impacto ambiental basta ter um pouco de água .
Fonte de informação .ACORDA BRASIL MUDA .
G1 globo.com
Dólar recua na semana e fecha abaixo de R$ 3,90
O dólar recuou 1,57%, a R$ 3,8702 na venda, terminando a semana em baixa de 0,17%.
O dólar fechou em queda nesta sexta-feira (6), com o foco na cena externa e com os investidores cautelosos diante dos próximos movimentos do Banco Central brasileiro — se voltará a atuar no mercado ou se continuará de fora como nos últimos dias, destaca a Reuters.
O dólar recuou 1,57%, a R$ 3,8702 na venda, terminando a semana em baixa de 0,17%. Ná máxima do dia, chegou a R$ 3,953. Veja mais cotações. Já o dólar turismo era vendido perto de R$ 4,04, sem considerar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
Variação do dólar em 2018
Diferença entre o dólar turismo e o comercial, considerando valor de fechamento
Fonte: Valor PRO
"A moeda (norte-americana) continua se valorizando fortemente contra o real, mostrando que o mercado vem testando a autoridade monetária", escreveu a Rico Investimentos em relatório.
No exterior, a expectativa ficava para os desdobramentos da guerra comercial global e pela divulgação de novos dados sobre o mercado de trabalho dos Estados Unidos.
A criação de vagas de trabalho em junho foi maior do que o esperado, mas o aumento salarial estável indica pressão inflacionária moderada que deve manter o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) na trajetória de aumento gradual da taxa de juros.
O Fed elevou a taxa de juros duas vezes este ano e, de modo geral, a expectativa é de que os juros sejam elevados mais duas vezes neste ano.
O mercado monitora pistas sobre o rumo dos juros nos Estados Unidos porque, com taxas mais altas, o país se tornaria mais atraente para investimentos aplicados atualmente em outros mercados, como o Brasil, motivando assim uma tendência de alta do dólar em relação ao real.
Intervenção do BC
O presidente do BC, Ilan Goldfajn, reforçou na noite passada que não pautará a atuação no câmbio por mudanças de preço, buscando apenas dar tranquilidade ao mercado quando avaliar a ocorrência de falta de liquidez ou "sensação de pânico".
O BC não tem feito intervenções extraordinárias no mercado por meio de leilões de novos swaps cambiais —equivalentes à venda futura de dólares— desde a semana passada. Tem feito apenas as vendas desses contratos para rolagem dos vencimentos futuros, como nesta sessão.
Ofertou e vendeu integralmente 14 mil swaps para rolagem dos contratos que vencem em agosto, no total de US$ 14,023 bilhões.
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