ORDEM E PROGRESSO .
ACORDA BRASIL MUDA .
ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .
Marco Antonio Marques .
Bom dia amigos .
Estamos começando de 2018 com esperanças renovadas .
Amigos intendam por favor o que eu estou oferecendo a todos os países .
Ideias inovadoras e sustentáveis para os setor elétrico mundial sem precisar de represas para gerar muita energia elétrica com total preservação do meio ambiente com zero impacto ambiental basta ter um pouco de água .
Fonte de informação .ACORDA BRASIL MUDA .
G1 globo.com
ÉPOCA NEGÓCIOS
Governo da China quer seguir abrindo economia, diz primeiro-ministro
A China intensificará seus esforços para revisar e abrir sua economia à medida que as tensões comerciais com os Estados Unidos aumentam
07/07/2018 - 10H05 - POR ESTADÃO CONTEÚDO

A China intensificará seus esforços para revisar e abrir sua economia, disse neste sábado o primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, à medida que as tensões comerciais com os Estados Unidos aumentam.
Li prometeu fortalecer a proteção dos direitos de propriedade intelectual e melhorar as regras do mercado para tornar a China um atraente destino de investimentos, informou a agência estatal de notícias Xinhua.
"A resolução da China para se abrir não vai mudar", disse ele. "Esta é uma escolha feita pela China com base em suas próprias necessidades de desenvolvimento, independentemente dos choques externos", comentou. O primeiro-ministro fez os comentários em uma reunião com líderes do leste europeu na capital da Bulgária, Sofia.
Ele também reiterou a posição da China em defender o multilateralismo e as regras de livre comércio, dizendo que o país nunca iniciaria qualquer tipo de disputa comercial, muito menos uma guerra comercial.
Os EUA e a China impuseram na sexta-feira tarifas recíprocas sobre US$ 34 bilhões de produtos exportados um do outro. Impostos adicionais de US$ 16 bilhões sobre outros bens estão se aproximando, e o presidente Donald Trump ameaçou expandir as tarifas para incluir quase todas as exportações chinesas aos EUA, que somaram cerca de US$ 505 bilhões no ano passado. Fonte: Dow Jones Newswires.
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