quinta-feira, 19 de abril de 2018

Greve deixa um milhão de pessoas sem ônibus em Belém e região metropolitana

ORDEM E PROGRESSO .

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ACORDA BRASIL MUDA .
ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .

Marco Antonio Marques .
Bom dia amigos .

Estamos começando de 2018  com esperanças renovadas .
Amigos intendam por favor o que eu estou oferecendo a todos os países .
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Fonte de informação .

G1 globo.com

PARÁ Pará

Greve deixa um milhão de pessoas sem ônibus em Belém e região metropolitana

Rodoviários paralisaram as atividades desde a 0h desta quinta-feira (19). Nenhum ônibus saiu das garagens no início da manhã, deixando as paradas lotadas de passageiros.

Por G1 PA, Belém
 
Paradas de ônibus estão lotadas de passageiros.  (Foto: Reprodução/ TV Liberal)Paradas de ônibus estão lotadas de passageiros.  (Foto: Reprodução/ TV Liberal)
Paradas de ônibus estão lotadas de passageiros. (Foto: Reprodução/ TV Liberal)
Rodoviários de Belém, Ananindeua e Marituba, na região metropolitana, paralisaram as atividades desde a 0h desta quinta-feira (19). Um milhão de usuários estão sem transporte na capital, segundo o sindicato. Apesar de uma liminar expedida pela desembargadora Francisca Formigosa, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), que determina que 80% da frota de ônibus circule durante a greve, nenhum ônibus saiu das garagens nesta manhã, deixando as paradas lotadas de passageiros.
"A desembargadora tem que escutar os trabalhadores e saber o que os trabalhadores estão passando no dia a dia, os assaltos que tem todos os dias nos transporte. A segurança tem que partir dos empresários, eles não dão segurança. Quando o usuário é assaltado, o motorista, o cobrador, por que a empresa não devolve o valor subtraído? Queremos aumento real e a volta da nossa jornada de trabalho”, afirma Everton Paixão, vice-presidente do sindicato dos rodoviários.
Vans circulam pela cidade fazendo o transporte alternativo e chegam a cobrar R$ 5 pela passagem. Muitas pessoas que saíram de casa para trabalhar reclamam da falta de ônibus e estão preocupadas se conseguirão chegar ao emprego nesta quinta. Algumas escolas cancelaram as aulas.
“Estou há mais de meia hora esperando. Como é que vou chegar no trabalho, pego 7h da manhã, já tô atrasado. O pessoal faz greve, quem paga é a população”, disse um trabalhador em um ponto de ônibus no bairro de São Brás. Outras pessoas já esperavam o ônibus na parada há cerca de duas horas.
Segundo o sindicato dos rodoviários, na capital rodam em torno de 1.200 ônibus e cerca de 6 a 8 mil rodoviários aderiram à paralisação. “A gente sabe que prejudica, mas estamos abertos ao diálogo. Estamos esperando a desembargadora e os empresários chamarem a gente e oferecerem uma proposta melhor. Hoje eles oferecem apenas o INPC, que não chega a 1,52%”, disse Everton.

Greve

Na tarde de quarta-feira, rodoviários de Ananindeua e Maritubaanunciaram a greve após assembleia geral da categoria. De acordo com os trabalhadores, o Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros (Setranbel) não ofereceu nenhuma contraposta e não acatou a nenhum pedido de reajuste.
A categoria havia pedido 10% de reajuste salarial, R$ 700 em ticket alimentação e redução da carga horária de trabalho para seis horas diárias.
Durante a noite, rodoviários de Belém acompanharam a decisão dos motoristas de ônibus de Ananindeua e Marituba e anunciaram a paralisação.
“Estamos querendo a redução da nossa jornada de trabalho. Hoje a jornada de trabalho é de 8h com uma ou duas horas de intervalo, sendo que não está sendo obedecida pelos empresários. Hoje não tem intervalo para os trabalhadores. Estamos querendo a volta da nossa jornada de 6h com uma hora de intervalo fracionada entre as viagens. Esse é um anseio muito grande da categoria, além do nosso aumento salarial, aumento do ticket e clínica”, afirma Everton Paixão.
O Setransbel alega que os rodoviários de Belém, se grevassem teriam que pagar multa prevista pela liminar. " A medida visa assegurar à população o direito de ir e vir, uma vez que o transporte é um serviço essencial", afirma, em nota, a Setranbel.
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do G1 Pará no (91) 98814-3326.
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