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ACORDA BRASIL MUDA .
ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .
Marco Antonio Marques .
Bom dia amigos .
Estamos começando de 2018 com esperanças renovadas .
Amigos intendam por favor o que eu estou oferecendo a todos os países .
Ideias inovadoras e sustentáveis para os setor elétrico mundial sem precisar de represas para gerar muita energia elétrica com total preservação do meio ambiente com zero impacto ambiental basta ter um pouco de água .
Marco Marques .
Tudo esta errado no Brasil , até quando fala Brasil .
ORDEM E PROGRESSO E PATRIOTISMO E O QUE NOS FALTA
Fonte de informação .
G1 globo.com
Macron afirma que não se pode tolerar banalização do uso de armas químicas
Em comunicado, Macron ressaltou que ataque 'está circunscrito às capacidades do regime sírio que permitem a produção e o emprego de armas químicas'.
O presidente da França, Emmanuel Macron, confirmou nesta sexta-feira (13) que ordenou às forças armadas do seu país que intervenham na Síria junto ao Reino Unido e aos Estados Unidos porque "não se pode tolerar a banalização do uso de armas químicas".
Em comunicado, Macron ressaltou que o ataque "está circunscrito às capacidades do regime sírio que permitem a produção e o emprego de armas químicas" e explicou que o parlamento francês será informado da ofensiva e se abrirá um debate parlamentar, como estipula a Constituição.
A operação militar foi "legítima, proporcional e objetiva", disse neste sábado (14) o ministro francês das Relações Exteriores, Jean-Yves Le Drian. "A escalada química na Síria não é aceitável", disse Le Drian em uma declaração no Palácio do Eliseu ao lado da ministra da Defesa, Florence Parly.
Os três países lançaram o ataque contra as "capacidades de armamento químico" de Bashar al-Assad e em resposta a um suposto ataque químico atribuído ao governo sírio.
O presidente americano, Donald Trump, explicou que a ofensiva teve como objetivo "estabelecer um forte elemento de dissuasão contra a produção, propagação e uso de armas químicas" por Assad.
A ação combinou ataques aéreos e mísseis projetados a partir de navios no Mediterrâneo, segundo informou o Pentágono.
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