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ACORDA BRASIL MUDA .
ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .
Marco Antonio Marques .
Bom dia amigos .
Estamos começando de 2018 com esperanças renovadas .
Amigos intendam por favor o que eu estou oferecendo a todos os países .
Ideias inovadoras e sustentáveis para os setor elétrico mundial sem precisar de represas para gerar muita energia elétrica com total preservação do meio ambiente com zero impacto ambiental basta ter um pouco de água .
Marco Marques .
Tudo esta errado no Brasil , até quando fala Brasil .
ORDEM E PROGRESSO E PATRIOTISMO E O QUE NOS FALTA
Fonte de informação .
G1 globo.com
Orçamento de órgão responsável pela contenção de encostas no Rio despenca durante gestão Crivella, afirma estudo
Levantamento feito pelo gabinete da vereadora Teresa Bergher mostra que verba da Geo-Rio caiu de R$ 350 milhões em 2016 para R$ 162 milhões em 2017.
Por Carlos Brito, G1 Rio
O orçamento da Geo-Rio despencou nos dois anos da gestão do prefeito Marcelo Crivella. É o que mostra um levantamento feito por técnicos do gabinete da vereadora Teresa Bergher (PSDB). Ligado à Secretaria Municipal de Obras, o órgão tem função crucial, uma vez que é responsável pelas obras de contenção das encostas da cidade.
Em 2016, último ano da gestão Eduardo Paes, o orçamento da Geo-Rio foi de R$ 350,6 milhões. No ano seguinte, 2017, o orçamento do órgão caiu para R$ 162,1 milhões – uma diminuição de 54% em relação ao último período do governo anterior.
Segundo o levantamento, do orçamento final disponibilizado, apenas 30% foram liquidados - ou seja, somente R$ 48,9 milhões.
Por meio de sua assessoria, a Secretaria de Obras informou que as informações prestadas pela vereadora Bergher apontam números frios, sem contexto e sem detalhamento das ações executadas pela Geo-Rio nos últimos anos.
Durante os oito anos da gestão de Eduardo Paes, a despesa liquidada pela GEO-Rio foi de R$ 1,3 bilhão, em valores reais corrigidos pelo IPCA-E diante de um orçamento total de R$ 2,5 bilhões – ou seja, a execução foi de 52%.
É necessário considerar que entre 2014 e 2016 estão incluídas nesta execução a implantação da via paralela ao Elevado das Bandeiras e implantação de ciclovia em área de encostas, que consumiram nesses 3 anos R$ 508,4 milhões, ou seja, 38% daquele valor liquidado.
Situação piora em 2018
O estudo mostra que a situação para este ano é ainda pior. Dos R$ 279,2 milhões previstos inicialmente para a Geo-Rio na Lei Orçamentária Anual, R$ 272,9 milhões, ou seja, 98% do total, passam por contingenciamento – retardamento ou inexecução de parte da despesa prevista devido a uma insuficiência de receitas.
Portanto, a dotação final da pasta para este ano é de pouco mais de R$ 5 milhões. Desses, até março deste ano somente R$ 2,9 milhões haviam sido empenhados e apenas R$ 716.195 haviam sido liquidados.
Ainda de acordo com o levantamento, em 2018, das 15 ações previstas para a pasta, cinco estão zeradas: implantação de via paralela ao Elevado das Bandeiras, redução de risco geológico geotécnico, impantação de ciclovias em áreas de encostas, obras de estabilização geotécnica e estabilização geotécnica.
Outra ação importante – manutenção e recuperação de drenagens em encostas – conta com apenas R$ 49.811,00 para todo o ano de 2018.
“A prefeitura age de forma negligente com um serviço fundamental e coloca a população em risco. O Ministério Público precisa se manifestar, antes que aconteça uma tragedia. Se o município está sem dinheiro, o prefeito deveria cortar os gastos com ações menos importantes para a cidade, como a publicidade. O serviço da Geo-Rio não dá voto, mas é fundamental. A cidade tem um histórico longo e bastante conhecido de deslizamentos de encostas. Reduzir tanto o orçamento da Geo-Rio dessa maneira é, no mínimo, irresponsável", avaliou Teresa Bergher.
A parlamentar entregou o relatório ao Ministério Público.
Prefeitura alega 'interpretação equivocada'
Ainda segundo a secretaria de Obras, a redução do valor seria uma interpretação equivocada do orçamento que entre 2015 e 2016 recebeu aumentos significativos em razão da realização dos Jogos Olímpicos. Muitos dos serviços executados nesse período também não estavam necessariamente relacionados a atividade fim da Geo-Rio, que é a prevenção de acidentes.
A secretaria afirmou que, no valor de 2016, o ex-prefeito Eduardo Paes incluiu no orçamento da Geo-Rio as obras de reforma da Vila do Pan (R$ 78 milhões) e as obras do entorno da Vila dos Atletas, que necessitaram de ações para estabilização de solo.
Por isso, afirma o órgão, há a discrepância em relação aos valores de 2017, quando foram investidos R$ 19.242.378 em recursos próprios no programa de Proteção de Encostas e Áreas de Risco Geotécnico. A secretaria ressalta, ainda, que o recurso de 2017 é fruto da destinação orçamentária herdada do ex-prefeito.
A assessoria afirmou que o Geo-Rio vem fazendo um trabalho de monitoramento preventivo das encostas com ações pontuais ou emergências, em áreas específicas da cidade , como no caso do deslizamento ocorrido na Estrada da Barra da Tijuca. Por isso não haveria, atualmente, a necessidade de grandes investimentos, apenas o trabalho de prevenção.
A secretaria afirmou, ainda, que para o orçamento de 2018 existe uma programação para que a Geo-Rio receba R$ 269.833,00 em convênio com o Governo Federal para obras de contenção de encostas em comunidades; outros R$ 44.252 de valores contingenciados, R$ 944.810 para custeio do próprio órgão, R$ 15.020.000 para intervenções urgentes e pontuais, R$ 3.919.700 para o Alerta Rio e R$ 580.000 para limpeza e drenagem de obras, totalizando 20.778.595.
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