sexta-feira, 20 de abril de 2018

Prazo para que MPF e Samarco firmem acordo para reparar danos do desastre de Mariana termina nesta sexta

ORDEM E PROGRESSO .

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ACORDA BRASIL MUDA .
ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .

Marco Antonio Marques .
Bom dia amigos .

Estamos começando de 2018  com esperanças renovadas .
Amigos intendam por favor o que eu estou oferecendo a todos os países .
Ideias inovadoras e sustentáveis para os setor elétrico mundial sem precisar de represas para gerar muita energia elétrica com total preservação do meio ambiente com zero impacto ambiental basta ter um pouco de água .

Fonte de informação .

G1 globo.com

MINAS GERAIS

Prazo para que MPF e Samarco firmem acordo para reparar danos do desastre de Mariana termina nesta sexta

Distritos foram destruídos, o Rio Doce foi contaminado e 19 pessoas morreram por causa da tragédia ocorrida em 2015.

Por Thais Pimentel, G1 MG, Belo Horizonte
 
Vista aérea do distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, após o rompimento de barragens de rejeitos da mineradora Samarco  (Foto: Ricardo Moraes/Reuters)Vista aérea do distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, após o rompimento de barragens de rejeitos da mineradora Samarco  (Foto: Ricardo Moraes/Reuters)
Vista aérea do distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, após o rompimento de barragens de rejeitos da mineradora Samarco (Foto: Ricardo Moraes/Reuters)
Dois anos e cinco meses se passaram após o desastre ambiental que matou 19 pessoas em Mariana, na Região Central de Minas Gerais, e ainda não há um diagnóstico dos danos socioeconômicos causados pelo “mar de lama” da mineradora Samarco. O prazo para que a empresa, a Vale, a BHP Billiton e o Ministério Público Federal (MPF) entreguem na 12ª Vara Federal do estado um plano que defina ações de reparação termina nesta sexta-feira (20).
Caso o acordo não seja homologado, a ação do MPF no valor de R$ 155 bilhões, que havia sido suspensa em julho de 2017 pela Justiça Federal, volta a tramitar normalmente.
Um carro é visto sobre os destroços de uma casa em meio a lama após o rompimento de uma barragem de rejeitos da mineradora Samarco no Distrito de Bento Rodrigues (Foto: Christophe Simon/AFP)Um carro é visto sobre os destroços de uma casa em meio a lama após o rompimento de uma barragem de rejeitos da mineradora Samarco no Distrito de Bento Rodrigues (Foto: Christophe Simon/AFP)
Um carro é visto sobre os destroços de uma casa em meio a lama após o rompimento de uma barragem de rejeitos da mineradora Samarco no Distrito de Bento Rodrigues (Foto: Christophe Simon/AFP)
Além dela, a ação movida pela União, por estados e órgãos ambientais, que determinava a criação de um fundo no valor de R$ 20 bilhões por parte das mineradoras para recuperar a Bacia do Rio Doce em 15 anos, e que foi interrompida em janeiro do ano passado, também pode ser reativada.
A princípio, o prazo para apresentação do acordo final era 30 de junho de 2017. Depois ele foi prorrogado para outubro, depois para novembro e finalmente para esta sexta-feira (20).
Parte do acordo, que cuida dos danos socioambientais, foi homologada em março do ano passado.
Procurados pelo G1, a BHP Billiton, a Vale, a Samarco e o MPF preferiram não comentar o fim do prazo.
Distrito de Bento Rodrigues ficou devastado pelo 'mar de lama' da Samarco (Foto: Flávia Mantovani/G1)Distrito de Bento Rodrigues ficou devastado pelo 'mar de lama' da Samarco (Foto: Flávia Mantovani/G1)
Distrito de Bento Rodrigues ficou devastado pelo 'mar de lama' da Samarco (Foto: Flávia Mantovani/G1)

Desastre de Mariana

Considerado o maior desastre ambiental do país, o rompimento da barragem de Fundão – pertencente à mineradora Samarco, cujas donas são a Vale e a BHP Billiton – ocorreu em 5 de novembro de 2015, causando 19 mortes.
Após o rompimento da barragem de Fundão, o rejeito de minério ainda encobre áreas devastadas. Milhões de metros cúbicos da lama seguem espalhados, deixando marcas no meio ambiente.
A janela de uma casa de Bento Rodrigues, no interior de Minas Gerais, é vista após o rompimento de barragens de rejeitos da mineradora Samarco, cujos donos são a Vale e a anglo-australiana BHP, na quinta-feira (5) (Foto: Ricardo Moraes/Reuters)A janela de uma casa de Bento Rodrigues, no interior de Minas Gerais, é vista após o rompimento de barragens de rejeitos da mineradora Samarco, cujos donos são a Vale e a anglo-australiana BHP, na quinta-feira (5) (Foto: Ricardo Moraes/Reuters)
A janela de uma casa de Bento Rodrigues, no interior de Minas Gerais, é vista após o rompimento de barragens de rejeitos da mineradora Samarco, cujos donos são a Vale e a anglo-australiana BHP, na quinta-feira (5) (Foto: Ricardo Moraes/Reuters)
Bombeiro resgata um cachorro que estava preso na lama em Paracatu de Baixo, no interior de Minas Gerais.  (Foto: Douglas Magno/AFP)Bombeiro resgata um cachorro que estava preso na lama em Paracatu de Baixo, no interior de Minas Gerais.  (Foto: Douglas Magno/AFP)
Bombeiro resgata um cachorro que estava preso na lama em Paracatu de Baixo, no interior de Minas Gerais. (Foto: Douglas Magno/AFP)
Destroços de construções são vistos em meio a lama após o rompimento de uma barragem de rejeitos da Samarco. (Foto: Felipe Dana/AP)Destroços de construções são vistos em meio a lama após o rompimento de uma barragem de rejeitos da Samarco. (Foto: Felipe Dana/AP)
Destroços de construções são vistos em meio a lama após o rompimento de uma barragem de rejeitos da Samarco. (Foto: Felipe Dana/AP)
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