sábado, 14 de abril de 2018

Veja a repercussão internacional sobre o ataque da coalizão EUA, Reino Unido e França à Síria

ORDEM E PROGRESSO .
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ACORDA BRASIL MUDA .
ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .

Marco Antonio Marques .
Bom dia amigos .

Estamos começando de 2018  com esperanças renovadas .
Amigos intendam por favor o que eu estou oferecendo a todos os países .
Ideias inovadoras e sustentáveis para os setor elétrico mundial sem precisar de represas para gerar muita energia elétrica com total preservação do meio ambiente com zero impacto ambiental basta ter um pouco de água .
Marco Marques .
Tudo esta errado no Brasil , até quando fala Brasil .
 ORDEM E PROGRESSO E PATRIOTISMO E O QUE NOS FALTA

Fonte de informação .

G1 globo.com

MUNDO

Veja a repercussão internacional sobre o ataque da coalizão EUA, Reino Unido e França à Síria

Hezbollah diz que ataque é violação flagrante da soberania síria; Japão declarou apoio a ação.

Por G1
 
Mísseis cruzam o céu de Damasco (Foto: Hassan Ammar / AP Photo)Mísseis cruzam o céu de Damasco (Foto: Hassan Ammar / AP Photo)
Mísseis cruzam o céu de Damasco (Foto: Hassan Ammar / AP Photo)
Oataque da coalizão formada por Estados Unidos, França e Reino a alvos sírios nesta sexta-feira (13) provocou reações distintas pelo mundo. Veja a repercussão.
Austrália
O governo da Austrália expressou, neste sábado, apoio ao ataque com mísseis dos Estados Unidos, Reino Unido e França contra instalações de armas químicas na Síria e pediu que Rússia e Irã pressionem o regime de Bashar al-Assad. "(O ataque) mandou uma mensagem inequívoca para o regime de Assad e seus aliados, Rússia e Irã, que o uso de armas químicas não será tolerado", disse em comunicado, a ministra das Relações Exteriores, Julie Bishop.
Ayatolá Alí Jamenei, do Irã
El guia supremo iraniano, o ayatolá Alí Jamenei, condenou duramente os ataques e chamou de “criminosos” os presidentes americano Donald Trump e francês francés Emmanuel Macron e a primeira-ministra britânica Theresa May. “O ataque levado a cabo esta manhã contra a Síria é um crime”.
Hezbollah
O grupo xiita libanês Hezbollah, aliado do governo sírio, afirmou neste sábado (14) que a guerra lançada contra a Síria “não alcançará seus objetivos”. O movimento, que mobilizou combatentes na Síria, condenou em um comunicado a “traiçoeira agressão tripartite americana-britânica-francesa contra a irmã Síria”, e considerou “uma violação flagrante da soberania síria e a dignidade do povo sírio e de outros da região”.
Irã
O Irã, principal aliado regional de Damasco, advertiu para as “consequências regionais” dos ataques, condenando os bombardeios. “Os EUA e seus aliados, sem qualquer aviso e antes de uma posição da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ), realizou esta ação militar e será responsável pelas consequências regionais desta aventura”, declarou o porta-voz da chancelaria iraniana, citado pelo canal Telegram.
Japão
O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, declarou apoio ao ataque dos EUA, Reino Unido e França à instalações de armas químicas na Síria. Ele disse que a ação “evitará um agravamento da situação e reduzirá as capacidades do regime” de Bashar al-Assad. “O uso de armas químicas é extremamente desumano e nosso país não pode consentir seu uso ou disseminação. Por isso, meu governo apoia os EUA, Reino Unido e França”.
OTAN
O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), Jens Stoltenberg, respaldou o ataque às instalações de armas químicas na Síria, que, segundo ele, “reduzirá a capacidade do regime” de Bashar al-Assad de atacar a população com este tipo de armas. “A OTAN condenou sistematicamente o uso contínuo de armas químicas por parte da Síria, como uma clara violação das normas e acordos internacionais”, afirmou Stolenberg, em um comunicado publicado no site da Aliança Atlântica. Ele ressaltou que o uso de armas químicas “é inaceitável” e seus responsáveis devem prestar contas por isso. A organização militar considera que a utilização deste tipo de armas é uma ameaça à paz e a segurança internacional e que “é essencial proteger a Convenção sobre Armas Químicas”, que exige “uma resposta coletiva e efetiva por parte da comunidade internacional”.

Parlamento Europeu

O presidente do Parlamento Europeo, Antonio Tajani, disse que “é preciso evitar uma escalada do conflito na Síria”. Ele afirmou que o Parlamento Europeu vai se reunir na segunda-feira (16) e que espera “passos adiante para uma solução paífica”.
Turquia
O governo turco considerou que o bombardeio sobre a Síria supõe “uma resposta apropriada” ao ataque químico realizado há uma semana. “Bem-vinda esta operação, que é expressão da consciência de toda a humanidade contra o ataque de Duma”, indicou comunicado do Ministério turco de Relações Exteriores.
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