domingo, 24 de dezembro de 2017

Novas sanções da ONU são 'ato de guerra', diz Coreia do Norte

ORDEM E PROGRESSO .

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ACORDA BRASIL MUDA .
ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .

Marco Antonio Marques .

Os Projetos EAS jamais se tornarão uma realidade por falta de recursos financeiros e lamentável  a inteligencia dos governantes mundias .
Todos estão em busca de alternativas sustentáveis para o setor elétrico mundial e não conseguem apresentar nada inovador que ironia .
Os Projetos EAS Energia Auto Sustentável sem utilização de represas e baixíssimo consumo de água ecologicamente correto com zero impacto ambiental .
Não tem limites único no mundo para os projetos totalmente inovador para gerar muita energia elétrica auto sustentável que poderá ser utilizado em muitos países basta ter um pouco de água com total preservação do meio ambiente , estamos perdendo um precioso tempo .
Projetos EAS precisa urgentemente de investidores vamos trabalhar juntos a nível mundial .
Porto Alegre RS Brasil .    

Fonte de informação .

G1 globo.com

Novas sanções da ONU são 'ato de guerra', diz Coreia do Norte

Ministério de Relações Exteriores disse em comunicado que medida é um 'bloqueio econômico completo' contra o país. Resolução proíbe quase 90% das exportações de produtos de petróleo refinado para o país.

Por G1
 
Anovas sanções impostas pela Organização das Nações Unidas (ONU) contra a Coreia do Norte, no sábado (23), são um "ato de guerra e equivale a um bloqueio econômico completo contra o país", informou o Ministério das Relações Exteriores norte-coreano em um comunicado divulgado pela agência oficial de notícias KCNA neste domingo (24).
"Nós rejeitamos totalmente as últimas sanções da ONU como um ataque violento à soberania da nossa república e a um ato de guerra que destrói a paz e a estabilidade da península coreana e da região", afirmou a chancelaria da Coreia do Norte.
"Os Estados Unidos, completamente aterrorizados com os esforços para completar a força nuclear norte-coreana, estão cada vez mais frenéticos em impôr duras sanções e pressões sobre o nosso país", disse o Ministério.
O líder norte-coreano Kim Jong-Un proclamou em 29 de novembro que seu país se tornou um Estado nuclear operante depois de testar com sucesso um novo tipo de míssil que ele acredita poder atingir qualquer lugar nos Estados Unidos.
"Vamos continuar a consolidar a nossa defesa nuclear destinada a erradicar fundamentalmente as ameaças nucleares dos EUA, chantagem e movimentos hostis, estabelecendo o equilíbrio prático da força com os EUA", acrescentou o comunicado.
A embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, durante votação do Conselho de Segurança para novas sanções contra a Coreia do Norte, na sexta-feira (22) (Foto: Reuters/Amr Alfiky)A embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, durante votação do Conselho de Segurança para novas sanções contra a Coreia do Norte, na sexta-feira (22) (Foto: Reuters/Amr Alfiky)
A embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, durante votação do Conselho de Segurança para novas sanções contra a Coreia do Norte, na sexta-feira (22) (Foto: Reuters/Amr Alfiky)

Novas sanções

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas impôs unanimemente na sexta-feira (22) novas sanções sobre a Coreia do Norte após seu mais recente teste de míssil balístico intercontinental.
A resolução proíbe quase 90% de exportações de produtos de petróleo refinado para a Coreia do Norte ao limitá-las a 500 mil barris ao ano e, no que diplomatas disseram ter sido uma mudança de último minuto, exige a repatriação de norte-coreanos trabalhando no exterior dentro de 24 meses, ao invés dos 12 meses propostos inicialmente.
A resolução elaborada pelos Estados Unidos também irá limitar fornecimento de petróleo para a Coreia do Norte em 4 milhões de barris ao ano. Os EUA tem pedido para a China limitar seu fornecimento de petróleo para o país vizinho e aliado.
A resolução foi aprovada por 15 votos a 0, disse o embaixador do Japão na ONU. O Japão mantém a presidência do Conselho de Segurança neste mês.
Esta é a nona série de sanções particularmente duras da ONU contra Pyongyang. As últimas três foram adotadas em 2017, sob forte incentivo dos Estados Unidos, após os testes de mísseis e um teste nuclear realizados pela Coreia do Norte.
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