quinta-feira, 19 de abril de 2018

Ivone Lara deixa álbum à espera de edição comercial, além de cerca de 40 inéditas

ORDEM E PROGRESSO .

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ACORDA BRASIL MUDA .
ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS .

Marco Antonio Marques .
Bom dia amigos .

Estamos começando de 2018  com esperanças renovadas .
Amigos intendam por favor o que eu estou oferecendo a todos os países .
Ideias inovadoras e sustentáveis para os setor elétrico mundial sem precisar de represas para gerar muita energia elétrica com total preservação do meio ambiente com zero impacto ambiental basta ter um pouco de água .

Fonte de informação .

G1 globo.com

MÚSICA

Ivone Lara deixa álbum à espera de edição comercial, além de cerca de 40 inéditas

Ivone Lara deixa álbum à espera de edição comercial, além de cerca de 40 inéditasIvone Lara deixa álbum à espera de edição comercial, além de cerca de 40 inéditas
Por Mauro Ferreira, G1
 
O baú de Dona Ivone Lara (1922 – 2018) é fundo. Mas o interesse da indústria do disco pela obra magistral da artista carioca tem se mostrado raso. Além de cerca de 40 músicas inéditas, a cantora e compositora – em foto de Silvana Marques – deixa álbum gravado à espera de edição comercial. Trata-se de álbum intitulado Baú da Dona Ivone lançado em 2012 com distribuição dirigida a formadores de opinião e a algumas escolas cariocas.
O álbum tem apelo, inclusive pelas participações de Caetano Veloso e Maria Bethânia em Dia do samba no Bonfim (Ivone Lara e Bruno Castro), composição gravada com a mistura da cadência do samba com o toque do ijexá. Outros cantores, como Beth Carvalho e Diogo Nogueira, também participam do disco. Contudo, ao longo desses seis anos, nenhuma gravadora se interessou em lançar, nem mesmo em edição digital, este álbum já raro que virou item de colecionador.
Capa do álbum 'Baú da Dona Ivone', de 2012 (Foto: Divulgação)Capa do álbum 'Baú da Dona Ivone', de 2012 (Foto: Divulgação)
Capa do álbum 'Baú da Dona Ivone', de 2012 (Foto: Divulgação)
Em Baú da Dona Ivone, 13º álbum de discografia iniciada tardiamente na década de 1970, a compositora apresentou 12 músicas inéditas, a maioria feita em parceria com Bruno Castro – produtor do disco gravado com patrocínio da prefeitura da cidade do Rio de Janeiro (RJ) – e com André Lara, neto de Ivone.
O maior destaque do repertório autoral é o já mencionado Dia do samba no Bonfim, mas merecem menções honrosas Luta imperiana (Ivone Lara, Bruno Castro e André Lara), Outra vez – rara parceria de Ivone com Nei Lopes, bamba das letras – e Não é miragem, samba de Ivone com Délcio Carvalho (1939 – 2013), parceiro fiel dos anos 1970 e 1980, décadas áureas da produção autoral dessa compositora que tinha o dom de criar melodias sublimes que se afinavam com os versos poéticos do letrista Délcio.
Samba de tom político, Não é miragem estava guardado no baú de Beth Carvalho, intérprete da composição neste disco que também traz as vozes de cantores como Monarco (solista de Sombras na parede, sobra de parceria de Ivone com Délcio Carvalho finalizada por André Lara), Nelson Sargento (convidado de Vento da tarde, outro samba do trio Ivone, Délcio e André) e Luiza Dionísio, cuja interpretação ressalta a beleza melódica e poética de A menina e o tempo (Ivone Lara, Bruno Castro e Zé Luiz do Império). Joias do baú da nobre Dona Ivone a que o povo de todo o Brasil merece ter acesso.
     
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