quinta-feira, 3 de maio de 2018

'O que eu faço é abrir prédio', diz líder do movimento que coordenava ocupação de edifício que desmoronou

ORDEM E PROGRESSO .

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Marco Antonio Marques .
Bom dia amigos .

Estamos começando de 2018  com esperanças renovadas .
Amigos intendam por favor o que eu estou oferecendo a todos os países .
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Fonte de informação .

G1 globo.com

SÃO PAULO

'O que eu faço é abrir prédio', diz líder do movimento que coordenava ocupação de edifício que desmoronou

O MLSM não é muito conhecido entre as lideranças dos sem-teto, mas comanda sete ocupações no Centro.

Por Renato Biazzi, Jornal Nacional
 
Prefeitura de SP mobiliza secretarias para vistoriar prédios ocupados
Um integrante do movimento que coordenava a ocupação do edifício Wilton Paes de Almeida, que desmoronou após um incêndio no Largo do Paissandu, na terça-feira (1º), disse que sua função era procurar prédios para ocupações.
“O que eu faço é abrir prédio”, disse Ricardo Luciano Lima, o "careca", da coordenação do Movimento de Luta Social por Moradia (MLSM). “Vou lá, estudo, olho, vejo que o prédio está vazio, se tem condições de eu abrir ele e pôr essas famílias para dentro.”
Ricardo Luciano Lima, o careca, da coordenação do Movimento de Luta Social por Moradia (Foto: Reprodução/TV Globo)Ricardo Luciano Lima, o careca, da coordenação do Movimento de Luta Social por Moradia (Foto: Reprodução/TV Globo)
Ricardo Luciano Lima, o careca, da coordenação do Movimento de Luta Social por Moradia (Foto: Reprodução/TV Globo)
Ele explicou que outros integrantes do movimento ficam responsáveis pelas demais ações de ocupação. “Têm outras pessoas que vão lá, alojam elas; outras que limitam o espaço que elas vão viver, é assim.”
O MLSM não é muito conhecido entre as lideranças dos sem-teto. Segundo a Prefeitura, também não participava de reuniões e discussões que acontecem na Secretaria Municipal de Habitação. Mesmo assim, o movimento comanda outras ocupações no Centro da cidade.
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“Nós reconhecemos esses movimentos no sentido de que ele existe e ocupa sete edifícios na região central”, disse o secretário municipal da Habitação, Fernando Chucre. “Mas ele não participa da política habitacional, como os demais movimentos que, inclusive, são parte da solução desse problema –à medida que a gente vai discutir com eles o que fazer agora.”
Uma reunião entre a Prefeitura e os movimentos por moradia foi realizada na tarde desta quarta-feira (2). Nela, foi acordado que, a partir de segunda (7), a administração municipal irá colocar em campo cinco equipes multidisciplinares para fazer as vistorias, que devem durar 45 dias.
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Arte mostra detalhes do prédio que pegou fogo e desabou no Centro de SP (Foto: Alexandre Mauro, Wagner M. Paula e Roberta Jaworski/Editoria de Arte/G1)Arte mostra detalhes do prédio que pegou fogo e desabou no Centro de SP (Foto: Alexandre Mauro, Wagner M. Paula e Roberta Jaworski/Editoria de Arte/G1)
Arte mostra detalhes do prédio que pegou fogo e desabou no Centro de SP (Foto: Alexandre Mauro, Wagner M. Paula e Roberta Jaworski/Editoria de Arte/G1)
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