quarta-feira, 29 de junho de 2016

Após reunião no Alvorada, Renan diz que Dilma está 'triste, mas aguerrida'

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FONTE DE INFORMAÇÃO 

G1 globo.com


29/06/2016 17h41 - Atualizado em 29/06/2016 17h59

Após reunião no Alvorada, Renan diz que Dilma está 'triste, mas aguerrida'

Presidente afastada convidou peemedebista para um encontro nesta quarta.
Para Renan, proposta de novas eleições defendida por Dilma não deve andar.

Gustavo GarciaDo G1, em Brasília
O presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL), disse nesta quarta-feira (29) que a presidente afastada Dilma Rousseff está “triste, mas aguerrida” com relação ao processo de impeachment que enfrenta no Congresso.
A declaração foi dada depois de uma reunião de quase duas horas entre o senador alagoano e a petista no Palácio da Alvorada. O encontro aconteceu a pedido de Dilma, segundo Renan.
Nesta quarta, a comissão especial do impeachment termina de ouvir as testemunhas do processo. Depois disso, o colegiado pretende ouvir na próxima quarta (8) a própria Dilma, acusada de ter cometido crime de responsabilidade. Ela, porém, não é obrigada a comparecer e pode ser representada pelo advogado, o ex-ministro José Eduardo Cardozo.
“A presidente continua muito bem, aguerrida. Triste, mas aguerrida. E ela aproveitou a oportunidade da conversa para me recomendar ponderação e equilíbrio. Ela acha que essas coisas estão em falta no Brasil”, disse Renan.
Questionado por jornalistas sobre a recomendação de “ponderação e equilíbrio”, não deu detalhes, disse apenas que achou “uma boa recomendação” e que ele tem agido dessa maneira na condução do Senado.
O parlamentar também disse que explicou para Dilma as próximas etapas do processo do impeachment no Senado. Segundo o peemedebista, Dilma não falou de expectativas sobre a decisão final dos senadores com relação ao caso.
Renan disse que a conversa aconteceu a pedido de Dilma, mas que ele estava “sentido falta” de se reunir com a petista.
Segundo Renan, Dilma não falou sobre a proposta – que já defendeu em entrevistas à imprensa – de fazer um plebiscito para consultar a população sobre a possibilidade de convocar novas eleições antes de 2018. Renan, no entanto, opinou que a proposta teria dificuldades de “caminhar” no Congresso Nacional.
“Essa proposta [de novas eleições] não está posta, mas seria difícil caminhar, porque precisaria de uma correlação bastante favorável. Três quintos na Câmara e três quintos no Senado. Eu não acredito na possibilidade dessa perspectiva preponderar”, afirmou o presidente do Senado explicando o mínimo de votos necessários para uma emenda à Constituição ser aprovada pelas duas Casas.

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